domingo, 14 de novembro de 2010

Les Mis - Om my own



Esta musica pertence ao maravilhoso musical "Les Miserables", uma belíssima prova que ainda existem coisas belas e que valem a pena ver/ouvir vezes sem conta.
Amo a parte: "A world that's full of happiness and I will never know!" e depois a forma como respira.
Apaixonante!!!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O passado pertençe lá, no que passou

É bem verdade que as memórias são parte vital do ser humano, é necessário recordar para aprender e para viver. O que também é verdadeiro é que o passado é apenas isso, memória.
Memórias daquilo que foi, do que poderia ter sido...
Tudo isto preenche a história da nossa vida e é normal que em certos dias a nostalgia nos invada e nos obrigue a sonhar com o que passou.
Nostalgia (sorriso), é engraçado utilizar esta palavra sendo que esta parece tão típica daqueles que já não são assim tão jovens mas, não interessa a idade todos nos sentimos nostálgicos por vezes.
Quem é que não volta no tempo por vezes e pensa: se soubesse o que sei hoje...
Todos.
Eu faria assim, daquele jeito, do outro. Ah eu saberia o que dizer e não deixaria passar o momento! Mas na verdade isso nunca é bem assim. Naquele momento não sabíamos mais e tivemos que passar por ele para hoje imaginarmos que poderia ter sido de outra forma.
Por vezes sentimos fortemente todo aquele turbilhão de sentimentos, os passados misturados com os presentes que nos levam a lugares estranhos, lugares que nem sabíamos existir dentro de nós mesmos...
Mas a vida é assim mesmo não? E todos temos a nossa quota parte de situações onde nos imaginamos a fazer tudo de outra maneira, pensando como seria se tivéssemos vivido aquela situação, aquela paixão, aquela aventura.
Enfim, arrependimentos de parte porque na verdade quando a nostalgia passa sentimos como o rumo que a nossa vida tomou nos faz felizes, ou por outro lado sentimos-nos bem porque sabemos que daqueles momentos tiramos lições que fazem de nós pessoas melhores ou que sabem aproveitar melhor a vida.
Pelo menos eu sei que sinto isso, conforta-me esse pensamento.
Temos que dar ordens à nossa cabeça, já que o coração insiste em ser dono dele próprio! (risos)

Portanto o passado é bom se soubermos pensar nele sem que o mesmo afecte o nosso presente. (embora por vezes isso se revele numa tarefa difícil de assimilar - mas não impossível)

Vivamos o presente, intensamente!

sábado, 30 de outubro de 2010

Sonhar não doí



Quem sabe se não foi lá que eu a deixei.
Tinha tantos e eram tão grandiosos, os sonhos. Muitos deles impossíveis e eu sei mas que fazer quando a nossa mente não deixa de voar?

A minha alma sempre foi viajante, nunca teve medo de romper fronteiras e de arrebatar os mais estranhos feitos. Na minha mente já fui tantas coisas, já fui rainha, imperatriz, já liderei vikinges. Fui loira, tive amores mil e tive asas de águia.
Tive coragem para irromper tempestades em alto mar.
Fui protagonista de dramas épicos, de histórias de amor sem fim onde em nome de tão nobre sentimento obrava as maiores loucuras.
Uma imaginação sem fim de onde brotam ideias sem limite, uma mente que não consigo parar.
Quando as paredes do meu corpo se tornam fracas e se revelam pobres para conter tanto escrevo, aí os laços que me unem a este planeta desfazem-se, desnudam-se segredos sem fim.
É magico.
Agora pergunto onde foi que eu os deixei. A vida insiste em querer levar de mim toda a minha essência com a forma crua com que fustiga os portões dourados que a guardam.
Basta uma melodia para deixar fluir este rio de palavras, estas imagens que se vão juntando e formam belas historias.
Não vou permitir que a dureza dos tempos leve os meus tesouros.
Vou continuar a ser quem eu quiser, vou continuar a ter poder de mudar corações e arrebatar amores. A minha espada, os meus punhais. A cor mística da minha aura. Os meus baús cheios de segredos fictícios.
É lá que os vou esconder, naquele lugar mágico onde o vento faz dançar os sonhos.
As agruras da vida não vão amargar a doçura das minhas histórias.

Serei como Sherazade, que venceu a sede de sangue do sultão com palavras de encantar.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O que eles não sabem é

que o povo não é estúpido!!!!!

Isto ele há dias...

Haja santa paciência! É só o que eu digo.
Quando eu era piquena e média os meus pais gostavam de, de vez em quando trazer umas coisas giras quando vinham das compras. Então um dia trouxeram-me um filme animado de leões e bestas feras muito divertidos e cheios de cantorias engraçadas.
Um dos fulanos em certa altura dizia para o fulano que estava tão no fundo que quase parecia (sei lá o que parecia!): "Coisas más acontecem não é? - É. E não há nada que possamos fazer para evita-las não é? - É. NÃO!!! QUANDO O MUNDO TE VIRA AS COSTAS... TU VIRAS AS TUAS COSTAS AO MUNDO!!!"
E não é que o coisinho tinha razão, lá pró animal?
Vistas bem as coisas isso tem que funcionar assim, ou então temos que nos virar ao murro e ao pontapé com tudo que nos aparecer à frente.
Hoje é dia não e pronto.
Não estou pra isto.
Crise... crise...
Crise de valores!
Crise de cérebros!
Crise de inteligência!
Mas eu tenho mesmo que aturar isto?!
Ok.

A minha vontade era agarrar em meia dúzia de coisas e virar as minhas costas ao mundo.
Era o que o mundo merecia sabes?
Holly God!

Punto e basta!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Hoje é assim, amanhã será pior.

É verdade gente da minha terra, o nosso Portugal resvala e tropeça ladeira abaixo, vivemos dias de amargura e terror (sim terror...).
Somos explorados diariamente pelo sector privado (a maioria de nós) e o nosso "honorável" governo ainda acha que o aperto é pouco para levar a náu a bom porto.
O presente é de facto preocupante e pensar no futuro nem vale a pena se queremos ter alguma qualidade de vida, pelo menos aquela a que nos podemos dar ao "LUXO" de ter. Tenho 23 anos e pensar no futuro provoca-me arrepios de horror, eu não sei os outros mas eu sempre imaginei que com esta idade pensar no futuro seria uma coisa obrigatória e extremamente necessária! Mas como?! À nossa frente temos uma realidade que não nos permite sonhar muito e, sem poder sonhar, sem poder melhorar esta vida o que é que nos resta?
Seria de esperar que para o país sair desta situação em que se encontra o esforço fosse de TODOS e que se privilegiasse quem trabalha, quem produz riqueza, que se contribuísse para que as pessoas tivessem vontade de trabalhar e assim levar o país a um melhor caminho. Mas esse não é o caminho que vemos ser tomado...
Que adianta perguntar se esses senhores seriam capazes de viver com os salários que a maioria do povo tem? Esses senhores não sabem o que é querer comprar peixe de qualidade (supostamente deveríamos ter uma alimentação equilibrada), carne de qualidade, produtos essenciais para as crianças ou até mesmo passar numa montra e ver algo que nos agrade e trazer para casa e não puder! Não têm ideia do que é contar os tostões para ver se dá para ter alguma estabilidade...
Pessoas que não têm noção que não devemos comprar coisas que não podemos pagar, não deveriam governar nações!
Vemos constantemente através da comunicação social as medidas que nos são impostas quase diariamente, mas ao mesmo tempo temos conhecimento de obras/compras de itens caríssimos e que qualquer pessoa com dois dedos de testa julga serem completamente desnecessários num país que desce pelo ralo dia após dia.
Eu não sou expert em Economia nem nada que se assemelhe mas pela forma como tenho que governar a minha vida sei que há certas medidas que a longo prazo surtem o efeito contrário ao desejado.
Há muitos anos atrás, como é de conhecimento geral de qualquer português que se prese, viveu-se a ditadura Salazarista, havia repressão, medo, receios e as pessoas não se podiam expressar livremente nem opinar. Hoje em dia enche-se o peito para dizer que se vive numa Democracia, os partidos gostam de se dizer socialistas e querem fazer-nos crer que ouvem a opinião pública. (suspiro) Enfim...
Ao menos antigamente as pessoas sabiam que de facto o regime era ditatorial, já nos dias que correm as palavras são outras mas no fim de contas, a opinião pública conta para alguma coisa? Algum de nós serve algo mais que o propósito de votar nos "excelentíssimos" que nos dizem todos os dias: "É para o bem do país e dos portugueses!"?
Antigamente dizia-se: "É pelo bem da nação."
As mentalidades e os princípios estão retorcidos, as pessoas vivem ao sabor de palavras bonitas e gravatas coloridas. Já ninguém quer pensar.

Pronto.
Tenho dito.

Lígia Santos Bertoni

P.S.: É bom ressalvar que não sou comunista nem apoio de todo o ideal da ditadura. Ok?

sábado, 9 de outubro de 2010



Uma canção optima.
Sometimes I wonder....